Alunos da 7ª série do Colégio Master Boa Esperança saíram neste momento da escola acompanhados pelos professores:Fabi(hist.),Edna Rodrigues (Ciên) e Avallone(Geo) para uma visita à aldeia Umutina  localizada em uma área de reserva indígena entre os rios Paraguai e   Bugre, no município de Barra do Bugres, a 150 km de Cuiabá.   A cidade fica a apenas 12 kilometros da aldeia;  para se chegar chegar a partir de Barra do Bugres  percorrre-se um trecho de rodovia e um trecho de estrada de terra até a margem do Rio Paraguai; ali atravessa-se de barco e chega-se à reserva.

No século 19 e início do século 20 ocorreram muitas batallhas entre índios e brancos até que foram pacificados por Cândido Rondon em 1911, época em que suas terras foram demarcadas como terra indígena.

Na década de 1940 muitos haviam morrido ou estavam doentes devido ao contato com os brancos e as doenças trazidos por eles. Foi nessa época que o Serviço de Proteção ao Índio instalou ali uma enfermaria com a finalidade de tratar os doentes e integrá-los à sociedade brasileira.

 Os Umutina que ali viviam foram forçados a deixar seus costumes e a esquecer sua cultura; foram proibidos de falar sua língua e passaram por um processo forçado de aculturamento.  Além dos Umutina ajuntaram-se nesta aldeia índios de outras oito etnias.

Hoje o povo Umutina continua sendo um povo guerreiro. Se antes suas armas eram arco, a flecha e a borduna, hoje eles são conhecidos como guerreiros da cultura, suas armas são a caneta e o papel. Sua população vem crescendo e se destacam entre as nações indígenas do Brasil pelo alto grau de educação de seu povo. A educação é hoje a arma na luta pela sobrevivência e preservação da cultura.

Redes Sociais